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Parazax Complex: composição, preço e como se toma
Parazax Complex: o que tem cada cápsula, o que a EMA diz do cravo, cavalinha, cardo e papaia, como se toma, o preço de 39 € e quem fala antes com o médico.
Publicado a 31 de outubro de 2026 pela Redação Estômago Forte. Publicidade: os botões de encomenda desta página levam à página do vendedor.
Resposta curta: o Parazax Complex é um produto em cápsulas para adultos, a partir dos 18 anos, com quatro plantas, cravo-da-índia, cavalinha, sementes de cardo e folhas de papaia. A embalagem tem 30 cápsulas e custa 39 €. Encomenda-se na página do vendedor com o nome e o número de telemóvel, e o serviço de encomendas liga de volta para confirmar o pedido. A entrega é feita em Portugal continental, sem Açores nem Madeira. O vendedor não diz quantos miligramas leva cada planta, e a toma diária segue o folheto da embalagem.
O Parazax não é um medicamento e não trata parasitas intestinais. Uma infeção por vermes confirma-se com análise de fezes, e quem a trata é o médico. Aqui juntámos o que o regulador europeu do medicamento (EMA) e os estudos publicados dizem sobre cada uma das quatro plantas, para quem quer saber o que vai tomar antes de encomendar.
Em resumo
O que tem cada cápsula de Parazax?
Cada cápsula de Parazax Complex junta quatro plantas, segundo a lista de composição da página de encomenda em português: cravo, cavalinha do campo, sementes de cardo e folhas de mamão. A caixa fotografada na mesma página indica 30 cápsulas de 519 mg cada, 15,57 g no total.
Os 519 mg são o peso de uma cápsula inteira, com as quatro plantas. Não são a dose de nenhuma delas. O vendedor não publica quanto há de cada planta.
| Na composição | Nome científico | Parte indicada | O que a EMA avaliou nesta planta |
|---|---|---|---|
| Cravo | Syzygium aromaticum | não indicada | só o óleo essencial, para a boca, a garganta e a dor de dentes |
| Cavalinha do campo | Equisetum arvense | não indicada | aumento da urina em queixas urinárias ligeiras; feridas superficiais |
| Sementes de cardo | espécie não indicada; provável Silybum marianum | sementes | se for cardo-mariano: má digestão, enfartamento, apoio do fígado |
| Folhas de mamão | Carica papaya | folhas | sem monografia nem avaliação da EMA |
Em português, «cardo» é o nome de várias plantas espinhosas. A candidata mais provável é o cardo-mariano (Silybum marianum), mas o vendedor não o confirma. Tudo o que esta página diz sobre o cardo vale para o cardo-mariano e só se for essa a planta da cápsula.
Sobre o produto em si, não há estudos publicados. Uma pesquisa na base científica Europe PMC, a 31 de outubro de 2026, não devolveu nenhum trabalho sobre Parazax ou Parazax Complex. O que se sabe vem das plantas, uma a uma.
Como se toma o Parazax?
O Parazax toma-se segundo o folheto da embalagem, que indica o número de cápsulas por dia, o momento da toma e a duração. A página de encomenda não publica uma toma diária.
A redação também não indica uma. Sem saber quanto há de cada planta numa cápsula, qualquer número que escrevêssemos seria um palpite, e um palpite sobre doses de plantas não ajuda ninguém. Para o mesmo produto, a palavra que conta é a do folheto.
Na embalagem de produtos deste tipo, a lei portuguesa (Decreto-Lei n.º 136/2003, na versão republicada pelo Decreto-Lei n.º 118/2015) pede avisos que se aplicam aqui:
- não exceder a toma diária indicada no folheto;
- o produto não deve ser usado como substituto de um regime alimentar variado;
- manter fora do alcance das crianças.
Antes da primeira cápsula, convém ler a lista completa de ingredientes do folheto, incluindo os excipientes da cápsula. Se aparecer comichão, erupção na pele, inchaço da cara ou dificuldade em respirar, pare a toma e procure ajuda médica: as monografias da EMA descrevem reações alérgicas ao cravo, à cavalinha e ao cardo-mariano, e a EFSA às enzimas da papaia.
Guardar a embalagem facilita uma consulta. O médico ou o farmacêutico conseguem avaliar melhor uma possível interação quando têm a composição à frente.
Parazax por 39 €: como se encomenda e o que acontece depois?
Uma embalagem de Parazax Complex, com 30 cápsulas, custa 39 € na página de encomenda do vendedor, preço visto a 31 de outubro de 2026. Dá cerca de 1,30 € por cápsula. Do botão até à porta de casa, são quatro passos:
- Num dos botões desta página, abre-se a página de encomenda do vendedor.
- No formulário, escreve-se o nome e o número de telemóvel.
- O serviço de encomendas liga de volta para confirmar o pedido e a morada.
- A embalagem é enviada para uma morada de Portugal continental.
As entregas ficam limitadas ao continente. O vendedor exclui os Açores, a Madeira e as outras ilhas, por isso quem vive nas regiões autónomas não consegue receber o Parazax por esta via.
O modo de pagamento e o custo do envio, se existir, combinam-se nessa chamada. A página de encomenda não os publica, e nós não os inventamos. Ao carregar no botão de encomenda, aceita que o vendedor trate os seus dados pessoais para processar o pedido, como diz o próprio formulário.
O vendedor responsável pelo produto é a LLC «TD Globus Contract», a empresa que surge como responsável na página de encomenda. A Redação Estômago Forte não vende o Parazax, não guarda stock e não faz entregas.
A chamada de confirmação é o momento certo para tirar dúvidas. Pode perguntar quantos miligramas de cada planta há numa cápsula, que espécie de cardo é usada, qual é a toma diária do folheto e quanto vai pagar no total. Quem toma medicação habitual pode pedir a lista completa de ingredientes, para a mostrar ao médico ou ao farmacêutico.
O que dizem a EMA e os estudos sobre as quatro plantas?
O Comité dos Medicamentos à Base de Plantas da EMA (HMPC) escreve monografias europeias sobre plantas medicinais. Quando uma monografia fala de uso tradicional, quer dizer que a utilização assenta em muitos anos de uso, sem eficácia demonstrada em ensaios clínicos. Nenhuma monografia destas quatro plantas tem indicação para parasitas intestinais.
Também não encontrámos estudos em adultos em que o cravo, a cavalinha, o cardo ou a folha de papaia reduzam vermes no intestino (Europe PMC e pesquisa na web, 31 de outubro de 2026). Cada planta tem, ainda assim, um perfil próprio, com usos reconhecidos noutras áreas e cuidados que convém conhecer.
Cravo-da-índia (Syzygium aromaticum)
O cravo-da-índia, ou cravinho, é o botão floral de Syzygium aromaticum. Em 2011, a EMA decidiu não criar uma monografia europeia para o botão de cravo: no mercado da União Europeia não havia preparações só com esta planta, e a prioridade foi considerada baixa (declaração pública da EMA).
Existe monografia apenas para o óleo essencial de cravo, de uso tradicional. Serve para bochechos em inflamações ligeiras da boca e da garganta e para o alívio temporário da dor de dentes por cárie, durante uma semana no máximo (monografia da EMA). Tomar cravo em cápsulas, por via oral, não faz parte dessa monografia.
No relatório de avaliação, a EMA escreve que não há dados clínicos sobre o botão nem sobre o óleo de cravo que sustentem um uso bem estabelecido. O mesmo relatório refere que o eugenol e o isoeugenol, compostos do cravo, travam a agregação das plaquetas em laboratório. Em pessoas, isto não foi confirmado, mas é a razão para quem toma anticoagulantes perguntar primeiro ao médico.
Do lado dos parasitas, o relatório cita só um efeito do óleo sobre ovos e larvas de Meloidogyne incognita. Este nemátodo ataca raízes de plantas cultivadas e não vive no intestino humano (relatório de avaliação da EMA).
A monografia do óleo descreve como efeitos indesejados a irritação das mucosas e reações alérgicas, de frequência desconhecida. Para grávidas e mulheres a amamentar, a monografia não dá a segurança como estabelecida e desaconselha o óleo.
Cavalinha (Equisetum arvense)
A cavalinha do campo é Equisetum arvense. A monografia europeia publicada pela EMA em fevereiro de 2016 reconhece-lhe dois usos tradicionais (monografia da EMA). O primeiro é aumentar a quantidade de urina, para «lavar» as vias urinárias em queixas urinárias ligeiras. O segundo, aplicada na pele, é ajudar no tratamento de feridas superficiais.
A monografia contraindica a cavalinha em quem tem de limitar os líquidos por indicação médica, como acontece em doenças graves do coração ou dos rins. Interações com medicamentos: «nenhuma notificada». A monografia não fala de diuréticos nem de potássio, por isso este cuidado é teórico. Mesmo assim, quem já toma um comprimido para urinar deve falar com o médico antes de juntar uma planta que também aumenta a urina.
Os efeitos indesejados descritos são queixas gastrointestinais ligeiras e reações alérgicas, como erupção na pele ou inchaço da cara. A monografia regista ainda que não foram feitos testes adequados de genotoxicidade. Na gravidez e na amamentação, a falta de dados leva a EMA a não recomendar o uso.
Uma revisão sobre a cavalinha, publicada em 2021, refere que a planta contém tiaminase, uma enzima que destrói a vitamina B1, e que o uso prolongado pode levar a falta desta vitamina (revisão em PMC). A revisão não diz se a enzima se mantém ativa numa planta seca e processada. Para a cápsula de Parazax, não há informação.
Sobre parasitas, um estudo de laboratório de 2025 testou tinturas de 46 plantas medicinais europeias, a cavalinha entre elas, em larvas de nemátodos do gado (Boyko e Brygadyrenko, Biology 2025). Com a cavalinha, a sobrevivência das larvas ficou igual à do grupo de controlo, em todas as concentrações. Em pessoas, não há estudos.
Sementes de cardo (provavelmente cardo-mariano, Silybum marianum)
A monografia europeia do fruto de cardo-mariano, de junho de 2018, aceita o uso tradicional para o alívio dos sintomas de perturbações digestivas, sensação de enfartamento e dispepsia, e para apoio da função do fígado. Tudo isto depois de o médico excluir doenças graves, e só em adultos (monografia da EMA; resumo público).
Das quatro plantas do Parazax, o cardo-mariano é a única com um uso digestivo tradicional reconhecido pela EMA. Quem sente a barriga cheia e pesada depois das refeições encontra as causas mais comuns desse incómodo em inchaço abdominal.
As doses da monografia são de outra escala. Para o fruto em pó, falam de 300 a 600 mg duas a três vezes por dia, até 1800 mg por dia. Cada cápsula de Parazax pesa 519 mg com as quatro plantas juntas, por isso a parte de cardo é menor. Sem a quantidade declarada, a comparação com a monografia não se pode fazer.
A monografia contraindica o cardo-mariano em quem tem alergia a esta planta ou a outras da família das compostas (Asteraceae), como a camomila ou a artemísia. Pele ou olhos amarelos, urina escura ou fezes de cor diferente pedem médico de imediato. Se as queixas digestivas durarem mais de duas semanas, também é altura de consulta. Na gravidez, na amamentação e antes dos 18 anos, o uso não é recomendado.
Os efeitos indesejados descritos são boca seca, náuseas, mal-estar de estômago, diarreia e dor de cabeça, além de reações alérgicas como dermatite, urticária, comichão, asma e anafilaxia, todas de frequência desconhecida. Uma revisão de segurança de 2019 sobre a silimarina, extraída do cardo-mariano, concluiu que é segura em doses terapêuticas e foi tolerada até 700 mg três vezes por dia durante 24 semanas (Soleimani et al., Phytotherapy Research 2019). Os autores descrevem poucas interações com medicamentos, mas pedem cautela com fármacos de margem terapêutica estreita.
Sobre parasitas no ser humano e cardo-mariano, não encontrámos estudos.
Folhas de papaia (Carica papaya)
As folhas de mamão da composição são folhas de papaia, Carica papaya. A EMA não tem monografia nem avaliação desta folha, e não encontrámos estudos em adultos sobre folha de papaia e vermes intestinais.
O ensaio controlado mais próximo do tema nem usou folhas. Em porcos com infeção experimental por Trichuris suis, enzimas purificadas do látex da papaia, as proteinases de cisteína, baixaram em mais de 97 % a eliminação de ovos e de vermes (Parasites & Vectors 2014). Eram enzimas isoladas, numa dose alta, dadas a um animal.
A papaína e a quimopapaína, enzimas do látex da papaia, são alergénios alimentares conhecidos. Numa avaliação de 2026, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) escreve que o risco de reações alérgicas «não pode ser excluído» e aponta quem tem alergia a papaia, ananás, kiwi, soja, figo ou pólenes (EFSA Journal 2026). A avaliação diz respeito à enzima do látex, não à folha. A papaia entra também na chamada síndrome látex-fruta: numa revisão de 2024 com 14 estudos, foi um dos quatro frutos mais apontados em pessoas alérgicas ao látex da borracha, a par da banana, do abacate e do kiwi (Gromek et al., Journal of Clinical Medicine 2024). Quem tem alguma destas alergias deve, mesmo assim, perguntar antes de tomar.
Há também um sinal sobre a coagulação. Em laboratório e em ratos, a papaína prolongou o tempo de protrombina, uma das medidas de quanto o sangue demora a coagular (International Journal of Molecular Sciences 2023). Em pessoas, o sistema italiano de vigilância de produtos naturais registou notificações isoladas em que a varfarina ou o acenocumarol perderam efeito depois de começar um produto com papaia, e a mesma revisão lembra que a papaia já foi associada ao efeito contrário (Paoletti et al., Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine 2011). É pouca evidência, mas chega para pedir opinião ao médico quando se toma um anticoagulante.
Quem deve falar com o médico antes de tomar Parazax?
Alguns adultos devem ouvir o médico ou o farmacêutico antes de começar, por causa do que se sabe de cada planta. São estes os casos:
- quem toma anticoagulantes, como a varfarina, por causa do eugenol do cravo e da papaína, que mexem com a coagulação em laboratório;
- quem toma diuréticos, tem o potássio baixo ou recebeu indicação para limitar líquidos por doença do coração ou dos rins, por causa da cavalinha;
- quem tem uma doença do fígado, por causa do cardo;
- quem tem alergia ao látex, a plantas compostas (camomila, artemísia), a papaia, ananás, kiwi, soja, figo, pólenes ou a especiarias como o cravo;
- quem está grávida, a amamentar ou a planear uma gravidez;
- quem tem uma cirurgia marcada, por prudência com plantas que travam as plaquetas em laboratório;
- quem já está a fazer um tratamento para parasitas ou toma um medicamento de margem terapêutica estreita.
Para nenhum destes casos há estudos com o Parazax. A prudência vem das plantas e não de problemas descritos com o produto.
Médico no próprio dia, e não um produto de plantas, se tiver: sangue nas fezes ou fezes pretas, febre alta, vómitos que não param, dor de barriga forte, perda de peso sem explicação ou pele e olhos amarelos. Em caso de dúvida, ligue para o SNS 24, pelo 808 24 24 24.
Fora destes sinais, uma queixa digestiva que dura semanas também merece consulta. A monografia do cardo-mariano fixa esse limite em duas semanas.
Se a suspeita é de parasitas, o que confirma a infeção?
Uma infeção por parasitas intestinais confirma-se no laboratório, não pelos sintomas. O exame habitual é a análise parasitológica de fezes com concentração. A norma n.º 006/2017 da Direção-Geral da Saúde (DGS), o documento português mais detalhado sobre parasitoses, pede até três amostras, colhidas em dias diferentes, num prazo de 10 dias, porque uma amostra negativa sozinha não exclui a infeção (norma da DGS).
A colheita, a conservação e a leitura do resultado estão explicadas passo a passo em análise de fezes para parasitas. Alguns vermes pedem outro exame:
- os oxiúros (Enterobius vermicularis) detetam-se com o teste da fita-cola na pele à volta do ânus, como se explica em oxiurose;
- a Giardia lamblia encontra-se melhor juntando a pesquisa de antigénio nas fezes, um tema de giardíase;
- as lombrigas (Ascaris lumbricoides) aparecem na coproscopia, e os detalhes estão em ascaridíase.
Com um resultado positivo, o tratamento é decidido pelo médico, em regra com mebendazol ou albendazol, numa dose que depende do parasita. A mesma norma da DGS não recomenda tratamento preventivo contra parasitas intestinais. Os folhetos destes medicamentos estão resumidos em medicamentos para parasitas intestinais, e a visão geral do tema em parasitas intestinais.
Muitas queixas que se atribuem a vermes, como a barriga inchada ou os gases, têm causas mais comuns e mais simples. Um bom ponto de partida é gases e flatulência.
Para quem faz sentido encomendar o Parazax?
O Parazax faz sentido para um adulto que quer um complexo simples de quatro plantas conhecidas, sabe o que cada uma é e não procura nele um tratamento. A lista abaixo ajuda a decidir:
- tem 18 anos ou mais;
- se suspeitou de parasitas, já fez a análise de fezes ou falou com o médico;
- não está em nenhum dos casos da secção anterior, ou o médico deu luz verde;
- vive em Portugal continental, onde o vendedor entrega;
- aceita tomar segundo o folheto e confirmar na chamada o que quiser saber sobre a composição.
Se tudo isto se aplica, a encomenda é simples. Por 39 €, recebe uma embalagem de 30 cápsulas, e as dúvidas sobre ingredientes, toma e pagamento ficam esclarecidas na chamada do vendedor, antes de a embalagem sair.
Fontes 17
- EMA, monografia europeia de Equisetum arvense L., herba (EMA/HMPC/278091/2015, 02.02.2016)
- EMA, monografia europeia de Silybum marianum (L.) Gaertn., fructus (EMA/HMPC/294187/2013, 05.06.2018)
- EMA, resumo público Silybi mariani fructus
- EMA, declaração pública sobre Syzygium aromaticum, flos (EMA/HMPC/112102/2011, 22.11.2011)
- EMA, monografia do óleo essencial de cravo (EMA/HMPC/534924/2010, 13.09.2011)
- EMA, relatório de avaliação do cravo, flos e aetheroleum (EMA/HMPC/534946/2010)
- Soleimani V. et al., segurança e toxicidade do cardo-mariano, Phytotherapy Research 2019;33(6):1627-1638, DOI 10.1002/ptr.6361
- Revisão sobre Equisetum arvense, 2021, DOI 10.1155/2021/6658434
- Boyko e Brygadyrenko, Anthelmintic Activity of Traditional Medicinal Plants Used in Europe, Biology 2025, DOI 10.3390/biology14121636
- Proteinases de cisteína da papaia contra Trichuris suis em porcos, Parasites & Vectors 2014, DOI 10.1186/1756-3305-7-255
- EFSA, avaliação da enzima alimentar papaína de Carica papaya, EFSA Journal 2026, DOI 10.2903/j.efsa.2026.9950
- Papaína e coagulação in vitro e em ratos, International Journal of Molecular Sciences 2023, DOI 10.3390/ijms242316770
- Paoletti A. et al., interações entre produtos naturais e anticoagulantes orais no sistema italiano de vigilância, Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine 2011, DOI 10.1155/2011/612150
- Gromek W. et al., Revisiting Latex-Fruit Syndrome after 30 Years of Research, Journal of Clinical Medicine 2024, DOI 10.3390/jcm13144222
- Decreto-Lei n.º 118/2015, que republica o Decreto-Lei n.º 136/2003 (suplementos alimentares), artigo 6.º
- Norma n.º 006/2017 da Direção-Geral da Saúde, «Abordagem Diagnóstica e Terapêutica das Parasitoses»
- Sinais de alarme digestivos
Perguntas frequentes
O Parazax é um medicamento?
O Parazax é um medicamento?
Não. O Parazax Complex é um complexo de quatro plantas em cápsulas e não tem estatuto de medicamento. Não trata parasitas intestinais. Para vermes confirmados por análise de fezes, o tratamento é escolhido pelo médico.
Quanto custa o Parazax e quantas cápsulas traz?
Quanto custa o Parazax e quantas cápsulas traz?
Uma embalagem custa 39 € na página do vendedor, preço visto a 31 de outubro de 2026, e traz 30 cápsulas de 519 mg. O custo do envio, se houver, e o modo de pagamento são confirmados na chamada.
O Parazax entrega nos Açores ou na Madeira?
O Parazax entrega nos Açores ou na Madeira?
Não. O vendedor entrega só em Portugal continental e exclui os Açores, a Madeira e as outras ilhas.
Que cardo leva o Parazax?
Que cardo leva o Parazax?
O vendedor escreve apenas «sementes de cardo», sem a espécie. A mais provável é o cardo-mariano (Silybum marianum), a planta com monografia da EMA para a má digestão e o enfartamento. Pode confirmar na chamada de encomenda.
Posso tomar Parazax com varfarina ou outro anticoagulante?
Posso tomar Parazax com varfarina ou outro anticoagulante?
Só depois de falar com o médico. O eugenol do cravo e a papaína da papaia mexem com a coagulação em laboratório, e há notificações isoladas de produtos com papaia que alteraram o efeito da varfarina e do acenocumarol. Com o Parazax em si, não há estudos.
Posso tomar Parazax ao mesmo tempo que o mebendazol ou o albendazol?
Posso tomar Parazax ao mesmo tempo que o mebendazol ou o albendazol?
Não há estudos sobre essa combinação. Se o médico receitou um destes medicamentos, mostre-lhe a composição do Parazax antes de juntar as duas coisas, e siga o tratamento receitado tal como está no folheto.
Durante quanto tempo se toma o Parazax?
Durante quanto tempo se toma o Parazax?
O tempo segue o folheto da embalagem. Se a queixa que o levou a encomendar durar mais de duas semanas, ou piorar, marque consulta, como pede a monografia europeia do cardo-mariano.
Onde encontrar opiniões sobre o Parazax?
Onde encontrar opiniões sobre o Parazax?
Esta página é a opinião da redação, construída a partir da composição e do que a EMA e os estudos dizem de cada planta. Não publicamos testemunhos de compradores, porque não temos forma de os confirmar. Para o seu caso concreto, a opinião que mais pesa é a do médico ou do farmacêutico, com a lista de ingredientes à frente, sobretudo se toma medicação todos os dias.
Posso tomar Parazax na gravidez ou a amamentar?
Posso tomar Parazax na gravidez ou a amamentar?
Sem falar com o médico, não. Para a cavalinha, o cardo-mariano e o óleo de cravo, as monografias da EMA dizem que a segurança na gravidez e na amamentação não está estabelecida e não recomendam o uso.