Comece por isto: ler o Estômago Forte não obriga a criar conta, dar nome nem descrever um único sintoma seu. Não há formulário a pedir isso, nem existe qualquer botão "iniciar sessão" neste site.
O que se segue explica o pouco que, ainda assim, é tratado quando visita estas páginas ou nos escreve — com que base legal, durante quanto tempo, e o que pode pedir-nos ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados. Aplica-se a tudo o que é servido a partir de estomagoforte.com.
Responsável pelo que aqui se trata
Quem responde pelo tratamento de dados é a entidade editora do Estômago Forte, contactável através de [email protected]. Dada a natureza e a escala reduzida deste tratamento, não foi nomeado um encarregado de proteção de dados — o artigo 37.º do RGPD não o exige neste caso — e é a própria redação, através desse endereço, quem trata qualquer pedido relacionado com dados pessoais.
O que fica registado só por visitar uma página
Como qualquer site na internet, o servidor que aloja estas páginas guarda automaticamente alguns dados técnicos de cada pedido: o endereço IP de origem, a hora, o endereço acedido, o código de resposta devolvido, o navegador e sistema usados e, quando existe, a página que o encaminhou até aqui.
Isto não é uma escolha nossa específica — é como a Internet funciona, e esses registos existiriam mesmo sem esta política. Não cruzamos esses dados com mais nada, nem construímos perfis de leitores a partir deles.
Neste momento, sem ferramenta de estatística ativa
Vale a pena ser direto sobre isto: à data desta versão, nenhuma ferramenta de medição de audiência corre nestas páginas. Não há Google Analytics, não há pixel de publicidade, não há contador de visitas instalado. O site está no seu primeiro mês, e essa parte simplesmente ainda não existe.
Se isso mudar, esta página é atualizada antes de qualquer recolha começar — com o nome da ferramenta, o que ela mede, a base legal usada e a forma de recusar.
Quando nos escreve
Enviar uma mensagem para [email protected] ou [email protected] faz-nos ficar com o seu endereço de correio eletrónico, o texto da mensagem e o que anexar. Usamos isso só para lhe responder e, tratando-se da comunicação de um erro, para corrigir a página em causa.
Não inscrevemos ninguém em lista de envio nenhuma a partir daqui. Não usamos essas mensagens para publicidade. Não as passamos a anunciantes.
Um pedido concreto: não nos envie dados de saúde
Não há neste site nenhum campo a pedir sintomas, resultado de exame de fezes, medicação em curso ou historial clínico — e pedimos, ativamente, que também não os inclua ao escrever-nos sobre um erro. Dados de saúde formam uma categoria especial dentro do RGPD, com proteção reforçada, e uma redação como esta não tem estrutura nem motivo para os guardar. Essa informação pertence ao médico ou ao laboratório que o acompanha, nunca a um site de conteúdos.
Com que base legal tratamos cada coisa
Os registos técnicos do alojamento apoiam-se no interesse legítimo de manter o site a funcionar com segurança — artigo 6.º, n.º 1, alínea f) do RGPD. Responder a uma mensagem que nos enviou apoia-se no mesmo interesse legítimo, o de dar seguimento a um contacto que o próprio remetente iniciou. Cookies que não sejam estritamente necessários dependeriam do seu consentimento prévio, nos termos da alínea a) do mesmo artigo — mas, como se explica a seguir, essa categoria de cookies não está em uso.
Pode opor-se, a qualquer momento, ao tratamento assente em interesse legítimo, através do contacto indicado mais abaixo.
Cookies: o que existe e o que não existe
Um cookie é um pequeno ficheiro guardado no seu navegador quando visita um site. Nem todos são iguais perante a lei.
Os cookies essenciais — os que guardam, por exemplo, a sua própria escolha sobre cookies — não dependem de consentimento, porque sem eles a página simplesmente não funciona como deveria. Cookies de medição de audiência exigiriam consentimento prévio e, tal como referido acima, não existem nesta versão do site. Cookies de publicidade ou perfilagem não são usados, ponto final.
Se um dia passarem a existir cookies não essenciais, vai aparecer primeiro um pedido de consentimento — com opção real de recusar, sem que isso feche o acesso ao conteúdo, e com possibilidade de mudar de ideias mais tarde. Já hoje, o seu próprio navegador permite bloquear ou apagar cookies, incluindo os de terceiros, nas respetivas definições de privacidade, sem que isso impeça a leitura de nenhuma página deste site.
Quem mais pode tocar nestes dados
Não vendemos, alugamos nem cedemos dados pessoais a ninguém. Existem, sim, fornecedores técnicos que tratam alguns destes dados em nosso nome ou em nome próprio: quem aloja e distribui as páginas, guardando os registos técnicos já descritos; quem fornece o serviço de correio eletrónico usado para receber e responder às suas mensagens; e a rede de afiliação do parceiro comercial referido no site, no momento em que uma ligação de afiliação é seguida.
Cada um destes fornecedores segue as suas próprias condições de privacidade. Quando algum deles implica transferência de dados para fora do Espaço Económico Europeu, essa transferência apoia-se nos mecanismos previstos no capítulo V do RGPD — nomeadamente as cláusulas contratuais- tipo aprovadas pela Comissão Europeia.
O que acontece quando sai daqui
Seguir uma ligação para uma norma da DGS, um folheto do INFARMED, um estudo científico, uma farmácia ou uma loja leva-o para fora do nosso domínio — e a partir desse clique, quem manda é a política de privacidade publicada por essa página de destino, não esta. Vale a pena a ler antes de deixar lá qualquer dado ou de pagar seja o que for.
Algumas dessas ligações são de afiliação e transportam um identificador que serve apenas para atribuir a comissão à origem da visita. Esse identificador aponta para o site que gerou a visita, não para si enquanto pessoa — não o nomeia nem permite identificá-lo mais tarde.
Durante quanto tempo guardamos isto
Os registos técnicos do alojamento seguem o prazo definido na política de segurança desse fornecedor, findo o qual são eliminados ou reduzidos a estatística agregada sem ligação a um visitante identificável.
As mensagens que recebemos ficam guardadas enquanto forem úteis ao assunto que motivou o contacto — no caso de uma correção, a mensagem original acompanha a vida útil da página corrigida, como prova do motivo da alteração, mas pode a qualquer momento pedir que seja apagada antes disso.
Os direitos que pode exercer
Pode pedir-nos, a qualquer momento: que lhe mostremos que dados temos sobre si e lhe entreguemos cópia; que corrijamos algo que esteja errado ou incompleto; que apaguemos dados que já não sejam necessários ou depois de retirar um consentimento dado; que limitemos temporariamente um tratamento enquanto uma contestação sua é analisada; que paremos um tratamento assente em interesse legítimo, se a isso se opuser; que lhe entreguemos, num formato de uso corrente, os dados que nos forneceu, para os levar para outro responsável; e, sempre que um tratamento dependa de consentimento, pode retirá-lo quando quiser, sem afetar o que já foi feito antes disso.
Como não existe base de dados de leitores neste projeto, na prática há pouco para mostrar ou apagar fora do que está na nossa caixa de correio. Se nos escreveu e prefere que essa mensagem deixe de existir, basta dizê-lo.
Como exercer estes direitos
Escreva para [email protected] indicando qual destes direitos quer exercer. Respondemos dentro do prazo previsto no RGPD — regra geral, um mês a partir da receção do pedido, com possibilidade de prorrogação nos casos que o próprio regulamento admite. Quando o pedido incide apenas sobre dados que existem na nossa caixa de correio, dispensamos qualquer documento de identificação e respondemos ao próprio endereço que nos escreveu. Outras formas de contacto estão reunidas em contactos.
Se preferir reclamar a uma autoridade
Tem sempre o direito de apresentar reclamação junto da autoridade de controlo nacional — em Portugal, a CNPD, Comissão Nacional de Proteção de Dados —, independentemente de nos ter contactado primeiro. Preferíamos, claro, ter a oportunidade de resolver o assunto diretamente, mas essa preferência nossa não é condição nenhuma para o exercício do seu direito.
Sobre menores
Este site dirige-se a leitores adultos e não recolhe, de forma consciente, dados de menores. Uma queixa digestiva ou uma parasitose numa criança exige acompanhamento por pediatra — nenhum artigo substitui essa consulta, e quem tem menos de 18 anos deve orientar-se sempre por um adulto responsável, não por uma página de internet.
Segurança
As páginas são servidas exclusivamente por ligação cifrada (HTTPS) e este projeto não mantém base de dados de leitores. É, na prática, a proteção mais eficaz que existe: o que nunca chega a ser recolhido não pode vazar numa falha de segurança, nem ser exigido por ninguém mais tarde.
Revisões a este documento
Atualizamos este texto sempre que uma prática mudar de facto — uma nova ferramenta de medição, um formulário que hoje não existe, um novo tipo de cookie. Alterações que envolvam tratar dados novos são publicadas antes de esse tratamento arrancar, nunca depois. Vale sempre a versão publicada nesta página, com a data no final. As condições gerais de uso constam do aviso legal; a apresentação da redação está em quem somos.
Autor: Redação Estômago Forte · quem somos Publicado: 26 de agosto de 2026 · Última atualização: 26 de agosto de 2026
Nota de saúde. O conteúdo deste site é para leitura e consulta, não para autotratamento. Diagnóstico e prescrição cabem ao médico que acompanha cada caso.
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Fontes utilizadas
Documento jurídico: descreve as práticas deste site e o regime que lhe é aplicável. Base legal: o RGPD europeu (Regulamento 2016/679) tal como transposto para a ordem jurídica portuguesa pela Lei 58/2019. A entidade que recebe reclamações neste país é a Comissão Nacional de Proteção de Dados.